9.13.2009

Café Tchan

Poesia corpo, colo. Coloca na forma, deforma e transforma.
Corta a corte da cor, parte as partes repicadas, cada uma em cada canto.
Moído o canto ermo, a voz que tem termo de luz seduz o tempo.
Temporal de sais sai do ventre, corre as veias, transcende o óbvio e conclui o não sabido.  
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4 comentários:

Andarilho Descalço disse...

Não queria cair aqui em falta com a teoria da relatividade, mas talvez não haja nada mais poético do que o corpo de uma pessoa.

as viciadas disse...

amiga,nem entendi.
tô bêba.

¬¬

amanhã venho ler de novo.
vim só dar o close no tcheu blog, que eu adoro.

Beijones, L.

Are Two Brothers, Are Two Psichopaths disse...

adorei o post!
se possivel...entra no meu blog e da uma olhada...nele eu e mais um amigo postamos sobre o dia a dia, sobre contos e escrevemos alguns artigos de opinião!

http://aretwobrothers.blogspot.com/

;] obrigado

Ludmilla disse...

Eu me afogo nessas suas palavras.